segunda-feira, 2 de novembro de 2020

Missão dos profetas

 

CEV- 02-11-20

ESE -  Cap. XXI – FALSOS CRISTÃOS E FALSOS PROFETAS.[1]

Conhece-se a árvore pelos frutos – Missão dos profetas – Prodígios dos falsos profetas – Não acrediteis em todos os Espíritos – Instruções dos Espíritos: Os falsos profetas – Caracteres do verdadeiro profeta – Os falsos profetas da erraticidade – Jeremias e os falsos profetas.

 

Item 4 – Missão dos Profetas.[2]

Atribui-se comumente aos profetas o dom de adivinhar o futuro, de sorte que as palavras profecia e predição se tornaram sinônimas. No sentido evangélico o vocábulo profeta tem um significado mais alto: diz-se todo enviado de Deus com a missão de instruir os homens e lhes revelar as coisas ocultas e os mistérios da vida espiritual. Pode, pois, um homem ser profeta, sem fazer predições. Aquela era a ideia dos judeus ao tempo de Jesus. Daí vem que, quando o levaram à presença do sumo sacerdote Caifás, os escribas e os anciãos, reunidos, lhe cuspiram no rosto, lhe deram socos e bofetadas, dizendo: “Cristo, profetiza para nós e dize quem foi que te bateu”. Entretanto aconteceu que alguns profetas tiveram presciência dos acontecimentos, pela intuição ou pela revelação providencial, a fim de advertir os homens. Cumpridas as previsões, o dom de predizer era considerado como um dos atributos da condição de profeta.[3]

 

FALSOS PROFETAS.[4]

[...] Em todos os tempos, homens houve que exploraram, em proveito de suas ambições, de seus interesses e do seu anseio de dominação, certos conhecimentos que possuíam, a fim de alcançarem o prestígio de um pseudopoder sobre-humano,  ou de uma pretendida missão divina. São esses os falsos cristos e falsos profetas. [...].[5]

Os falsos profetas são os que pregam uma moral que não praticam. (182, v. 2).

São falsos cristos, falsos profetas todos os que vos queiram escravizar as consciências, impondo-lhes um culto diverso do que Deus criou: o do amor universal [...] (182, v. 3).[6]

 

A RESPONSABILIDADE PELO QUE SE VÊ.[7]

Não te é pedido que faças ou executes o que está além da tua compreensão.[...] O instante santo não é um instante de criação, mas de reconhecimento. Pois o reconhecimento vem da visão e da suspensão do julgamento. Só então é possível olhar para dentro e ver o que tem que estar lá, claramente visível e totalmente independente de interferência e julgamento. O desfazer não é tarefa tua, mas de fato depende de ti dar boas-vindas a isso ou não. A fé e o desejo caminham de mãos dadas, pois todas as pessoas acreditam naquilo que querem.

[...] Quando a visão é negada, a confusão de causa e efeito vem a ser inevitável. O propósito agora passa a ser de manter obscura a causa do efeito e o de fazer o efeito aparecer como a causa.[8]

 

 



[1] O LIVRO DE ALLAN KARDEC – toda obra editada em um único volume – Opus Editora Ltda – SP – O Evangelho Segundo o Espiritismo, p. 638.

[2] Idem, item 4 - p. 638.

[3] Idem.

[4] O Espiritismo de A a Z/Coordenação de Geraldo Campetti Sobrinho, - 4ª.ed. – 5.imp. – Brasília: FEB, 2015, p. 351.

[5] Idem.

[6] Idem, p. 352.

[7] Um Curso em Milagres, Fundação Para Paz Interior – Instituto de Educação Espiritual – C. Postal 34047 – 22462-970 – Rio de Janeiro, RJ, 1994 – da edição em língua portuguesa, p. 479. A primeira edição foi em 1976 – título original: A Course in Miracles.

[8] Idem.

Um comentário:

  1. não vi na verdade nenhum comentário, apenas a repetição do que está no Evangelho, não me ajudou á preparar um estudo

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